Estão lindas as flores do pátio, mãe. Lembram-me o teu rosto, continuas tão bonita. Recordas-te quando, em pequena, ficava a acarinhar-te o rosto, enquanto admirava os teus olhos? Nunca vi olhos tão azuis como os teus, mãe!
Querida mãe, não chores. Amo-te muito!
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Agt // Novembro 16, 2007 às 7:42 pm |
nuno,
parabéns por este reencontro:
as tuas páginas estão mais alvas,
mesmo com uma poesia sobriamente
portuguesa e espiritual os textos destes teus trabalhos são iluminados.
persegues o dharma da palavra portuguesa
que deus te acompanhe.
as mães são lindas!!!!!!!
da minha parte obrigado e felicidades