Descobre a centelha que lá no alto envolve tudo, diluida está, tapete luzidio que resvala para a Terra. Mundo de fina brancura, pó que reluz por onde o carreiro leva os animais para o estábulo.
E sorri, luz que sorri, luz que se ouve quando uma gargalhada ecoa, luz que se toca num gesto de paciência. luz que vibra, som que se descobre, enfim, vida!
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