Atelier da Palavra

Sem fronteiras

Junho 26, 2009 · Deixe um comentário

Fronteiras vivas, que palavras, as fronteiras não podem estar vivas, fronteiras são limites, todos nós sabemos que os limites são linhas mortas. Fronteiras são como pássaros metidos em gaiolas, olha, as fronteiras são como rouxinóis dentro de uma gaiola. Fronteiras, vem cá bichaninho, fronteiras são como aquele gato que acode ao chamamento. Uma fronteira quer-se livre como um leão em liberdade , como esse felino que com o seu rugir estremece as fundações de um continente. Agora fronteiras como pássaros dentro de gaiolas ou gatos mimados por ti ou por mim, isso é coisa sem vida. Eu não quero isso em mim, não, não quero que nenhuma fronteira dessas me delimite. Acabo aqui, diz a fronteira.

Quero abraçar-te antes de acabar para que de facto  te abrace..

Abracemo-nos, vem até mim para sermos um só!

Categorias: Nuno Firmino

0 responses até agora ↓

  • Ainda não há comentários... Dê uma ajudinha preenchendo o formulário abaixo.

Deixe um comentário