Sou aquilo lá longe que observa a festa e diz para consigo, sou diferente de tudo? Esse não sou eu, porque esse é separado de mim, e eu sou tudo, até esse que, ao longe, olha a festa e fala. Olhar a festa e ser a festa é ser a totalidade da existência, é ser. Quando a onda se apanha, por os instantes em que a onda resvala connosco, a divisão não existe. Só quando a divisão aparece, a onda continua e nós olhamo-la ir.
Ser é a arte!
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