Subir, a calçada resvala e em mim a vida se ampara. Subo, a alma ganha fôlego e sopra-me ao vento e eu salpicado de sonhos peço perdão. Subo, não sei nada de mim, nem do infinito que sou. Subo, até tudo recomeçar e eu ser uma vez mais quem sou. Subo, quem sou?
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Jaime // Agosto 26, 2009 às 2:25 am |
Samsara