E a montra, vidro aberto para a intimidade da loja, para a obscuridade. Entrei! E o corpo, em movimentos iguais, chegou até ela e eu gemi-lhe: mais uma destas, por favor. E ela, ah como ela me atendeu, e eu, ah eu, como eu me vim de lá embora. Cá fora, olhei mais uma vez a montra, como que a recordar, tactei o vidro, mas este já não me mostrava a obscuridade, antes o reflexo de duas recordações iguais que segurava na mão, e de outras duas recordações que gotejavam dos meus olhos.
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Jaime // Setembro 28, 2009 às 5:22 am |
Epah isto tá um bocado erótico… lolol
“e eu gemi-lhe: mais uma mine, faxabôr.”