Atelier da Palavra

Limpidez asseada

Setembro 28, 2009 · Deixe um Comentário

A roupa jogada ali, onde eu me queria, e tu, assim nua, límpida e asseada como um balde de lixívia, bebias-me a água toda;  limpaste-me a força, só fiquei eu e tu por cima deitada, como uma pena esvoaçando (a cada arfada).

Categorias: Nuno Firmino

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