E a vida cavalgando no nosso corpo, e aos saltos a fronteira entre nós e os outros, cansada repousa, comendo cenouras. E tu que me dizes rapaz, sim, você que me lê, crie coragem, homem. Covardes são todos os outros, os que a vista alcança. Agora só a guerra pode lavrar, mas logo a terra por nós será semeada, depois de tudo o mais imperar.
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