A rosa de pétalas de um puro branco ergue-se como uma borboleta esvoaçando no imenso; sou eu que a vejo e serei eu que a irei colher e colocar numa jarra na minha memória. Mais ninguém a verá – a rosa será assim eterna.
A rosa de pétalas de um puro branco ergue-se como uma borboleta esvoaçando no imenso; sou eu que a vejo e serei eu que a irei colher e colocar numa jarra na minha memória. Mais ninguém a verá – a rosa será assim eterna.
Categorias: Nuno Firmino
1 response até agora ↓
Mariana // Novembro 4, 2009 às 6:51 pm |
Olá meu amigo Nuno
Essa rosa fez-me lembrar um texto de Saint-Exupéry: “Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tao importante…”
Beijinhos e muita inspiracao…