Atelier da Palavra

Eu e tu

Outubro 26, 2009 · 1 Comentário

A rosa de pétalas de um puro branco ergue-se como uma borboleta esvoaçando no imenso; sou eu que a vejo e serei eu que a irei colher e colocar numa jarra na minha memória. Mais ninguém a verá – a rosa será assim eterna.

Categorias: Nuno Firmino

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  • Mariana // Novembro 4, 2009 às 6:51 pm | Responder

    Olá meu amigo Nuno :)

    Essa rosa fez-me lembrar um texto de Saint-Exupéry: “Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tao importante…”
    Beijinhos e muita inspiracao… :)

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